Como mediar conflitos pela recusa do uso do EPI no trabalho???

Como mediar conflitos pela recusa do uso do EPI no trabalho???

Ser eficiente e assertivo é imprescindível

Conflitos relacionados à recusa do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) no ambiente de trabalho podem colocar em risco a segurança e a saúde dos colaboradores. Nesse sentido, é fundamental saber como mediar essas situações de forma eficiente e assertiva.

Os principais passos para que você consiga reconhecer e mediar os conflitos, visando tornar o espaço de trabalho mais seguro e eficiente, dentro de todas as atribuições relacionadas são: a) compreender as razões por trás da recursa da usa do EPI; b) promover um espaço de treinamento, educação e conscientização dos colaboradores; c) estabelecer regras claras, regimento interno e medidas disciplinares em casos expressivos.

Vamos falar melhor sobre isso?

Primeiro, compreender as razões por trás da recursa da usa do EPI, significa buscar respostas que evidenciem os motivos pelos quais os colaboradores recusam-se a usar os equipamentos de proteção, seja a falta de informação, o desconforto sentido ao utiliza-lo, o comportamento resistente à mudança, estilo próprio ou "medo" de perder a própria identidade. 

Segundo, promover um espaço de treinamento, educação e conscientização dos colaboradores, corresponde a estratégias de diálogo, reunião e conversação em que o EPI seja o foco e o seu uso de forma correta e apropriada preponderem. É importante justificar os riscos evidentes nas atividades profissionais, os benefícios que os equipamentos trazem e as possíveis consequências que geram, em caso de negligência ao seu uso.

Por fim, estabelecer regras claras, regimento interno e medidas disciplinares em casos expressivos, é uma das primeiras e mais prioritárias atitudes do profissional em segurança do trabalho, seja técnico, gestor ou equipe SESMT. As regras devem evidenciar que o uso dos EPIs é obrigatório e que a manutenção destes (higiene e durabilidade) ficam sob responsabilidade de cada empregado. Caso haja recursa recorrente, eventualmente medidas disciplinares podem ser aplicadas, visando "penalizar" o comportamento inapropriado e discordante as normativas estabelecidas, tanto dentro quanto fora do ambiente laboral.

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